Enquanto o país se mobiliza para socorrer os necessitados da tragédia histórica das gigantescas inundações generalizadas na Capital e nos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul, Brasília andou ocupadíssima com as Blusinhas e as Saidinhas.
É até justificável que o Mandatário, um ex-enjaulado, solto sob as benções da Suprema Justiça, esteja empenhado em favorecer as saidinhas da prisão, conquanto a inspiração para o atual gesto humanitário de regulamentá-las se respaldada no seu bem-sucedido exemplo.
Vale lembrar que, uma vez em liberdade, sob a égide da ressocialização, candidatou-se para o mais alto cargo da República e se saiu vitorioso, glorificando a sua bendita saidinha.
Hoje, quer mandar no país, a maioria que o diga, levando-o para o abismo.
O poder legislativo deixou de lado pautas importantes para criar a “Taxa das Blusinhas”, como foi apelidado o novo imposto das “compras feitas por sites internacionais”.
O Executivo, no início, era contra pelo medo de baixar ainda mais a popularidade de -50% do Mandatário, mas depois apoiou o combate à sonegação fiscal nas compras internacionais de “até US$ 50”, em atraentes ofertas no comércio eletrônico.
Já o Congresso prestou um grande serviço, restringindo as “saidinhas” temporárias da prisão, derrubando o projeto de estimação do Mandatário, que era de ampliar a sua lista de possibilidades para ampliar a pretensa reinserção social do apenado.
Após a sua derrota no Congresso, a mídia confiável passou a rastrear a desastrosa gestão de Mandatário, evidenciando o déficit público de R$ 230,5 bilhões, em 2023, o pior resultado da série histórica, iniciada em 1997, além do reconhecido rombo de R$ 14,5 bilhões nas contas públicas, em 2024, quando a mais pessimista previsão oficial era de R$ 9,3 bilhões.
Mas, o pior de tudo, são as fanfarronadas suas visitas em auditórios televisivos para usar a tragédia do RS, como plataforma para o próximo escrutínio das urnas, haja visto a demagógica criação do publicitário Ministério da Reconstrução do RS.
Que Deus proteja o RS e o Brasil da maldição da demagogia.

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