Pertenço à geração que acompanhou e apoiou a vitoriosa mobilização das mulheres brasileiras, que ganharam cada vez mais força e prestígio na construção do futuro da Nação pelo labor de contribuir em benefício da sociedade e do engrandecimento da Nação brasileira.
Em 14 de dezembro de 2000, uma mulher pela primeira vez integrou uma Alta Corte Brasileira. Homenageou “todas as mulheres deste país, que se sentissem participantes deste momento, por não se tratar de uma conquista individual, mas de todas as mulheres do Brasil”.
Várias importantes funções do Estado foram confiadas ao comando das mulheres.
Em 3 de maio de 2024, a vaga aberta na chefia da justiça eleitor4l foi preenchida por uma mulher.
No seu crítico discurso de posse responsabilizou as plataformas digitais pela disseminação de “notícias falsas num instrumento de covardes e egoístas”.
Não há como ser contra a verdade e não se condenar a “desinformação”, tanto mais quando é atentatória à ”dignidade civilizatória”.
Mas até que ponto as informações que circulam nas redes sociais são “mentiras”?
Acima de tudo, não se pode julgar e condenar a priori a totalidade das redes sociais, sem separar o joio do trigo e generalizando que todas as plataformas digitais praticam cr1mes cibernéticos.
Merece, sim, a maior credibilidade as que divulgam informações verdadeiras no ambiente virtual, evitando sermos enganados pela milionária prop4ganda oficial, que dissemina falsas notícias, ocultando a realidade do retrocesso econômico do país.
Deve-se fazer justiça às redes sociais, prestadoras de relevantes serviços à Nação, em especial quando denunciam com coragem os excessos pol1ciais e as abusivas perseguições da nossa democracia, um fac-símile da “democracia relativa” venezuelana.
Convém relembrar o 8 de janeiro de 2023 na Penitenciária da Papuda, lotada de patriotas, em que um morr3u por recusarem a libertá-lo para o socorro urgente hospitalar da “gravidade do seu estado de saúde”. Sem as redes sociais, não se saberia da intencional “sentença de morte”.
Deve-se, sim, confiar nas civilizatórias redes sociais, quando todos unidos se propõem a construir com verdade e coragem um Brasil melhor.
Que Deus nos proteja contra as mentiras.”

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