Os dois líderes se enalteciam em palanques, mundo afora, no começo de 2024.
De um lado, o títere de língua solta, que ainda comanda a Venezuela com mão de ferro.
Do outro lado, um atrás-das grades, condenado, solto, nunca inocentado, de volta ao poder.
Bastou o Brasil questionar o fraudulento pleito bolivariano de 28 de julho para a escalada de divergências atingir níveis intoleráveis, divulgados pela mídia mundial.
Nosso Dignitário assumiu uma tenebrosa omissão de não atacar o mandão do pais vizinho, tudo para não dar razão ao seu antecessor, que sempre se opôs ao regime venezuelano.
A desastrosa diplomacia pátria tomou vergonha, após fracassar na resolução do conflito entre os dois países, reagiu à ameaçadora mensagem de que “quem se mete com a Venezuela se dá mal”, e logrou o triunfante bloqueio do ingresso da Venezuela no BRICS, um grupo de países emergentes, dedicado à cooperação econômica e o desenvolvimento em conjunto.
Vale lembrar que o boquirroto Mandante brasileiro, a quatro dias do acirrado pleito americano, conclamou na mídia francesa, “que eu, obviamente, fico torcendo para que a candidata ganhe as eleições para fortalecimento da democracia nos Estados Unidos”.
Com a esmagadora vitória republicana na volta à Casa Branca e no Congresso, tudo leva a crer não ficará impune a fanfarronice do pré-posicionamento do líder brasileiro, ao se confirmar o fortalecimento mundial da direita .
Com a inflação em alta e a economia em baixa, com a irresponsabilidade fiscal, só Deus sabe quando o Brasil reencontrará os dias de sol de 1º de janeiro de 2022, iluminando o seu destino de ordem e progresso.

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