A tecnologia israelense do Cellebrite ajudou a capturar mensagens e conversas apagadas de celulares para se recriar o enredo cinematográfico do “frustrado complô” para matar três altas autoridades do status federal, a mando do ficcional “gabinete de ódio” do ex-Chefe da Nação.
Após as devidas apurações da “autorizada operação da PF” foi deflagrada a “Operação ZERO” no noticiário da mídia, municiando os Supremos Cavalheiros do Apocalipse para que se legitime o indiciamento do ex-Chefe da Nação inelegível e parte do seu antigo staff pelo ”cr1me de tentativa de g0lpe de Estado”.
O Brasil convive com um estarrecedor puzzle de denúncias oficializadas, que comprovariam um simulacro de complô para vitimar as mais altas autoridades federais.
Após a “narrativa” ter sensacionalizado manchetes, o desgoverno se mobiliza ativamente para obter o indiciamento do principal culpado.
Vale evocar a gravíssima denúncia dá G0vernad0r de SP, de que o inquérito de 800 páginas da PF “carece de provas” e “não traz à’ tona a verdade dos fatos” do suspeito atentado.
Até quando o Brasil vai perder o sono e a paz?
O “inelegível” ex-Chefe de Estado rechaçou toda e qualquer participação em conspirações antigovernistas, o que só agravariam o ritual de perseguições do ódio de um ex-atrás-das-grades, condenado, solto e empossado Mandatário por Suprema Benevolência, que engavetou o seu tenebroso passado de crimes contra o patrimônio do povo e a moralidade pública.
Que Deus proteja a recuperação do Brasil para poder alcançar uma verdadeira democracia.

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