Corte na educação e aumento da gastança

Corte na educação e aumento da gastança

De volta da viagem à Moscou e à China com a sua festiva comitiva em 3 aviões da FAB com direito à hospedagem de luxo, o nosso mandatário pisou em solo pátrio e foi informado de que a sua popularidade caiu mais, ainda, depois do festival de fraudes no INSS.

O atual governo, ao invés de viabilizar urgentes providências saneadoras no INSS, recorreu à demagogia e à farsa do “imediato” ressarcimento dos idosos lesados.

Também promoveu acusações contra o governo anterior. “Foi entre 2019 e 2022, que o ladrão entra na casa com 11 novas associações, que se credenciaram no INSS“. Nelas se concentram 100% dos descontos fraudulentas, a maior parte nesse período”.

Todos sabem serem falsas essas acusações, porque ficou comprovado que entre 2019-2024., dos R$ 6,3 bilhões desviados, 95,6%º, ‘foram efetuados entre janeiro e junho de 2024”.

Como se não bastasse o escândalo do INSS, de igual ou de pior magnitude do que o Petrolão, da nefasta era da Presidenta petista, premiada com uma diretoria num banco mundial, o atual ministro da Fazenda anunciou cortes nos gastos com a Educação.

Justo no setor essencial para o progresso do pais, que agrega a educação infantil, o ensino fundamental, o ensino médio e o ensino superior, serão retirados R$ 42,3 bilhões até 2030!

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) se solidarizou com a patriótica posição das ONGs não governamentais, que se posicionaram em defesa da Educação num documento encaminhado à ONU, alertando sobre o calamitoso “ajunte fiscal que deve ocasionar grandes impactos nos programas sociais. “

Sobretudo , se for considerado que “o Brasil ainda tem 3,8 milhões de crianças entre 4 e 17 anos fora da escola’”, situação que tende a se agravar no mandato de um governo, que deixa de investir na Educação para se fartar na gastança do turismo internacional oficial, pago pelo contribuinte, vitimado pelo arrocho fiscal.

Que Deus proteja o povo brasileiro de um Presidente em queda vertiginosa de popularidade.Corte na educação e aumento da gastança

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