O mundo vive a era dos inconfiáveis cessar-fogo e das descumpridas promessas de paz.
O papa Leão XIV fez um veemente apelo para que não haja: “Nunca mais a Guerra”.
O mandatário do Brasil já se autoproclamava um “mediador da paz” e viaja pelo mundo afora na gastança do dinheiro do povo brasileiro.
Ao desembarcar em Moscou e na China, o Brasil foi se afundando no escândalo do INSS e na burocracia das promessas de ressarcir de “imediato” a 9 milhões de cidadãos, que sofreram descontos ilegais em seus benefícios num INSS, devorado pela corrupção.
Em Moscou, na viagem de homenagens a Putin e ao comunismo, condenada pela mídia como um “erro diplomático” e merecedora de uma moção de repúdio da Câmara, o Presidente acusou: “Uma quadrilha que foi criada em 2019. E vocês sabem quem governava o Brasil em 2019″.
Todos sabem que 95% dos R$ 6,3 bilhões de desvios não autorizados foram cobrados entre janeiro e junho de 2024 e sabem quem usurpou o poder, em 1 de janeiro de 2023.
A verdade é que, em 2019, a medida provisória 871 do governo Bolsonaro exigiu que os descontos feitos a entidades associativas fossem validados anualmente.
Durante a campanha lulista, em 2022, a exigência anual de validação foi revogada e o atual governo manteve a cobrança sem validação anual, em meio as suspeitas de fraudes.
Nesses tempos tumultuosos de um Brasil, que tenta sobreviver ao furação dos juros galopantes e dos alimentos cada vez mais escassos na mesa do povo, ainda não se conseguiu descobrir o porquê de a misteriosa viagem, às presas e em segredo, da Primeira Dama a Moscou no avião presidencial da FAB, que transporta até 238 passageiros e 45 toneladas de carga, poucos dias antes da ida oficial do Presidente da República à Rússia.
Que Deus nos proteja da silenciosa conspiração contra o bolso da Pátria.

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