As retrospectivas da grande mídia do ano de 2023 foram bem pessimistas.
Tem razão 2024 de chegar furioso com a árdua tarefa que terá pela frente para reverter os atuais cenários do tenebroso legado de 2023: torna-se inviável, a curto prazo, pôr um fim às hostilidades no tráfego de navios no Mar Vermelho, uma das mais importantes rotas marítimas de suprimento de petróleo e consumo de bens, assim como obter um cessar-fogo duradouro nos conflitos bélicos na região leste e sul do mar Mediterrâneo ou nos aguerridos confrontos das duas Coreias.
2024 começou com intensos transtornos climáticos, haja visto os recentes terremotos no Japão, e cheio de incertezas com a estimada ascensão ao poder de novas lideranças nacionais em 50 países, em especial, a acirrada disputa nos Estados Unidos.
O futuro da humanidade depende da vitoriosa bandeira branca da pacificação ser ostentada num mundo, que deixou de ser civilizado…
Já o Brasil herdou um estado de calamidade pública com a ruinosa governabilidade, iniciada em 1 de janeiro de 2023, e com tendência a piorar.
Ainda bem que a Nação acordou e a população não está mais disposta a continuar de braços cruzados diante da irresponsável gestão pública, com seus abusos e total impunidade.
Que 2024 seja o esperançoso ano da vitoriosa mobilização nacional para a reconstrução do Brasil, alicerçada no desiderato de atender aos anseios do povo e à patriótica vocação dos brasileiros de viver em paz em um pais com sua bela bandeira verde amarela.
Que Deus proteja a pacificação mundial e reconstrução do Brasil.

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