ELE enfrentou a adversidade democrata, a mídia sensacionalista, os processos judiciais e os “lunáticos” até a bem-vinda “certificação” da vitória pelo Congresso
Na campanha, prometeu acabar com o conflito na Ucrânia “em apenas um dia” e “restaurar a paz no Oriente Médio”, sem antecipar a sua estratégia no xadrez internacional.
Venceu a maratona democrática num pleito limpo e acirrado, escapando com vida de um criminoso atentado num comício. Só um dos tiros disparados feriu sua bochecha direita.
Na posse, dia 20 de janeiro, divulgará o seu New Deal da recuperação da economia, que já mobilizou uma onda de otimismo e de confiança na volta da supremacia americana.
Qual é a expectativa da sua posse no Brasil: o eleito americano vai ajudar ou vai agravar as dificuldades presentes e futuras cada vez mais graves da situação econômica do país?

Deixe uma resposta