O Brasil perdeu no dia 6 de julho para o Uruguai na Copa América 2024 no grandioso Allegiant Stadium, em Las Vegas, nos Estado Unidos, pais-sede da futura Copa do Mundo.
Depois do vexame dos pênaltis mal cobrados num duelo com abusos de violentas divididas e cartões, e de raros momentos de bom futebol, a seleção brasileira voltou para casa.
Não se classificou para seguir em frente na Copa América, deixando de ser a maior força do futebol sul-americano, hoje relegada a um 4º lugar, atrás da Argentina, Uruguai e Colômbia.
Terá que se preparar com muita dedicação para não repetir o vexame, em 2026, nos Estados Unidos, que hoje vive momentos de inquietude democrática, após a criminosa tentativa de assassinato do ex-Chefe da Nação americana, em Bulder, na Pensilvânia, em pleno comício público para ocupar novamente a Casa Branca, causando uma indignação mundial.
Comprovem: até outubro de 2022, os brasileiros se orgulhavam da camisa da seleção nas ruas, shoppings, bares e restaurantes, rodeados de gritantes torcidas.
Hoje, a camisa amarela vive no armário com a triste realidade do vexame de que o nosso país não consegue vencer os desafios, tanto no futebol, como na construção de um Brasil Melhor.
Dois dias depois do atentado, na Convenção Nacional Republicana, em Milwaukee, no estado de Wisconsin, o candidato do partido à Morada Branca, reapareceu com um esparadrapo na orelha para comemorar o milagre de estar vivo e clamar que “DEUS está comigo”.
Nada é comparável ao episódio de ódio no Brasil, em setembro de 2018, quando num comício, em Juiz de Fora (MG), o candidato a Chefe da Nação, sofreu uma violenta facada.
Se o vitimado candidato americano só foi atingido de raspão por um tiro de um atirador morto na hora pela polícia, o candidato brasileiro foi hospitalizado e fez 5 cirurgias no abdome.
Já o esfaqueador, não ficou preso. Um engendrado “transtorno delirante persistente” o puniu com um tratamento psiquiátrico.
Uma Suprema conspiração cuidou de tudo para “Dar certo”, desde a soltura do ex-atrás-das-grades, condenado a 9 anos e 8 meses por desvios de verbas públicas, até a sua proteção na tomada do poder, onde hoje exerce a sua vexaminosa “arte da mentira”.
A sua vocação de enganar o povo se coaduna com a frase do saudoso empresário Antônio Ermírio de Moraes: “É a arte de pedir votos aos pobres, pedir dinheiro aos ricos e mentir para ambos. Na realidade, não sabem fazer mais nada na vida”.
Que Deus proteja o Brasil do vexame no futebol e da mentira no exercício do poder.

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