O FECHAMENTO DA USA1D

O FECHAMENTO DA USA1D

Por trás de uma história de sucesso, há sempre uma incógnita.

O mundo, depois do devastador surto epidêmico, enfrenta hoje o fechamento das portas da USA1D, responsável por 40% dos programas de ajuda humanitária do mundo.

Em 7 de fevereiro, a mídia internacional divulgou graves denúncias sobre  autorizados desvios de verbas do seu orçamento milionário para fins nada humanitários.

Também foram denunciados diversos programas (“sigilos estratégicos” e “desordem informacional”), usados pelas gestores anteriores da multimilionária USA1D para ocultar os descabidos desvios de verbas.

A verdade é que, ao invés de cumprir a sua missão humanitária, a denunciada agência executou uma programação que nada tinha a ver com “ajudar a promover o desenvolvimento econômico e social internacional”, e muito menos ainda:  “financiar programas de saúde e assistência emergencial em cerca de 120 países”.

O Brasil tem algo a ver?

Pela mídia internacional e nacional, os brasileiros tomaram conhecimento da estarrecedora descoberta de que a Agência havia desviado milionárias verbas das doações humanitárias para organizações dedicadas a “enfraquecer governos e partidos de direita”.

No Senado Nacional, vozes se indignaram com os “desvios dessas doações” para interferir criminosamente no processo democrático de 2022, por meio “25 ONGs brasileiras, subvencionadas, em R$ 267 milhões pela USAID”.

O Mandatário americano, que comanda a Nova América, é execrado por ter denunciando à comunidade internacional os milionários desvios de verbas para beneficiar os interesses nada humanitários dos “lunáticos vermelhos”, destruidores da consciência social, baluarte da democracia e da liberdade.

Temos mais que agradecer.

Que Deus proteja os bem-aventurados e os necessitados.

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