Silvio Santos vem aí… era o convidativo aviso para um Domingo festivo.
Deixou saudades ao ascender ao palco celestial, carregando o triunfo da missão cumprida.
Vale rememorar o camelô que virou o maior comunicador e apresentador do Brasil, com a sua arte televisiva de mensagens carismáticas, que atraíam multidões.
Era aplaudido de pé por um imenso público fiel de várias gerações e camadas socais, com as quais se conectava, instantaneamente, e se habituaram ao ouvi-lo agradecer: “Quando se fecha uma porta, Deus abre uma janela”.
A lenda merece as justas homenagens por ter deixado um império bilionário e um infinito mar de saudades, como líder absoluto de audiência, com a sua vocação de semear a alegria de viver.
Será honrado com uma estátua na Lapa, o bairro do Rio, em que morou na infância.
Lembro-me bem, passar aos domingos, assistindo ao “Bau da felicidade” com seus prêmios, suas atrações e as bem-vindas entrevistas com cativantes convidados e suas histórias de vida.
O ex-atrás-das-grades, que comanda o Brasil, confessou que “passava horas em frente à televisão para assistir aos programas… de um homem de bem, de caráter, respeitoso.” Decretou luto oficial de três dias no país pelo seu falecimento.
Diante da realidade do Brasil, sem rumo e sem futuro, a caminho da desunião e do caos, é oportuno sempre relembrar a trajetória da carreira vitoriosa de um “homem de bem”, que se foi, legando um memorável exemplo de competência e respeitabilidade, a ser praticado com vigor na vida pública por políticos, por Supremos guardiões da lei e, principalmente, pela maior autoridade do país.

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