No discurso de abertura da 79ª sessão das Nações U., em, foi dado o recado:
“- Nosso mundo está em um turbilhão.
– Estamos em uma era de transformação épica, enfrentando desafios nunca vistos antes.
– O nível de impunidade no mundo se tornou indefensável e moralmente intolerável.
– Hoje, um número cada vez maior de autoridades acham que podem sair impunes. E que nada acontecerá”.
O discurso seguinte foi do representante do Brasil, que levou para NewYork uma comitiva de 100 convidados privilegiados.
A sua longa fala cometeu “erros injustificáveis sobre a jurisdição penal internacional”
Condenou a contínua luta do Povo Judeu para ter “um lar nacional” e a heroica resistência ucraniana à prolongada invasão russa, e defendeu, com seu sorriso maquiavélico, a causa palestina.
Abordou o monitoramento ambiental com a promessa do Brasil “zerar o desmatamento até 2030″, omitindo que 3 das 6 principais biomas do país, apresentaram um aumento do desmatamento com a incidência de 400 focos de incêndio na Amazônia, em apenas 19 dias.
A vexaminosa participação brasileira teve o áudio do seu microfone cortado na verborrágica crítica sobre a fracassada atuação da organização no enfrentamento de crises e conflitos.
Omitiu no infindável falatório as supremas perseguições aos opositores do desgoverno num país, vulnerabilizadas por uma inflação e juros em ascensão, levando o povo a viver na desesperança e desunião.
Que Deus proteja o Brasil em chamas no turbilhão em que o país vive nos tempos atuais.

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