A VOLTA POR CIMA DO BRASIL NO CONSELHO DE SEGURANÇA

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A VOLTA POR CIMA DO BRASIL NO CONSELHO DE SEGURANÇA

A bela visão dos cisnes brancos maravilhava os visitantes do Palácio do Itamaraty no Rio.

Deslizavam silentes, guardando os mais secretos segredos da diplomacia, sem esquecer a chance perdida do Brasil ser o 6º Membro Permanente do Conselho de Segurança da ONU.

O Presidente Roosevelt teve o Brasil e Getúlio Vargas como um “aliado fiel”.

Com a sua morte e o fim da guerra contra a Alemanha nazista, o Presidente Truman assumiu, disposto “a ajudar os povos livres a manter suas instituições livres”.

Distanciou-se do regime ditatorial de Getúlio, deposto em outubro de 1945, na época da escolha dos Membros Permanentes da organização.

Não se juntou aos atuais 5 Membros Permanentes: os Estados Unidos da América, a Federação Russa, o Reino Unido, a França e a República Popular da China e mais 10 membros temporários.

Os cisnes felicitam o Brasil como membro temporário do Conselho no biênio 2022-2224.

A penúltima vez que participou do Conselho foi no biênio no 2010-11, sob o mandato da Dilma Rousseff.

No seu discurso de abertura da Assembleia da ONU, em 25.09.2015, defendeu uma “ampla reforma do Conselho, por uma hilariante metáfora:

– Você abre a caixa de Pandora com a guerra e depois dentro da caixa de Pandora você não sabe daonde que sai. Você não coloca pra dentro a pasta de dente, depois que saiu do dentifrício. E é isso que nós queremos alterar.

No mesmo evento de cooperação internacional, sugeriu “estocar vento”.

A erudição da Presidenta abismou os 193 membros da ONU.

Não conheciam as declarações públicas da grande dama do anedotário nacional, desde a sua entusiasmada “saudação à mandioca” à sua salvadora solução energética.

Em 31 de agosto de 2016, Dilma Rousseff foi afastada do cargo de Presidente da República por crime de responsabilidade fiscal.

O Brasil, membro fundador da ONU, volta agora ao Conselho, após derrotra a Argentina, sob um governo esquerdista.

O outrora pujante país, convive hoje com um lastimável retrocesso econômico e social e com a incontida desvalorização recorde da sua moeda.

Não chore por mim, Argentina!

O Brasil tem uma longa história de contribuições na manutenção mundial da paz.

Participou de 9 missões pacificadoras da ONU nos mais diversos países.

A última eleição prestigiou a posição estratégica do país e o vigor da nossa democracia.

É óbvio que a volta ao Conselho no biênio 2022-2023 foi desprezada pela sórdida mídia.

As palavras do nosso embaixador na ONU, Ronaldo Costa Filho, na entrevista à ONU News, ressaltam a vitoriosa diplomacia do governo Bolsonaro:

– O Brasil chega ao Conselho já na esteira de uma tradição consolidada… o que nos motiva sempre é a busca do diálogo, da mediação, da prevenção… sempre através da negociação para buscar saídas satisfatórias para situações de tensões e conflitos.

Com assento no Conselho, afinal a comunidade internacional conhecerá o verdadeiro Brasil, bem-sucedido na luta contra o surto pandêmico e contra os pregadores do caos.

Por meio do diálogo informativo, sem falsificações, o mundo vai saber o quanto o Presidente da República, eleito democraticamente, é perseguido pela cultura do ódio da mídia e dos opositores ideológicos, sem compromisso com a verdade e enlameados num passado de corrupção.

Os atuais cisnes negros do Itamaraty arensaram a merecida volta ao Conselho da ONU.

Que Deus ilumine a diplomacia do Brasil na união das Nações na busca contínua da paz.

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