A VIOLÊNCIA DEVORA O FUTURO DO MUNDO

A VIOLÊNCIA DEVORA O FUTURO DO MUNDO

A humanidade vive aterrorizada pela violência, cada vez mais ameaçadora da paz mundial.
O cotidiano do noticiário nacional e internacional não cansa de propagar notícias
pessimistas e desalentadoras num conluio jornalístico para manter o suspense do medo do
futuro.

Por toda parte a violência impera, às custas da omissão do Estado ou a mando do crime
organizado contra a população indefesa, a mercê do salvem-se-quem puder..
Segundo levantamento intergovernamental, foram 458 mil crimes com mortes registrados
no mundo todo, sendo 10,4% deles no Brasil, numa média de 52 vítimas por hora.
Sem se dar o devido combate à violência, ela devorará o futuro do Brasil.
Dia 1º de março, o novo responsável pela pasta da Justiça alertou no seu discurso de
investidura que: "o combate à criminalidade e à violência, para ter êxito, precisa ir além de
uma permanente e enérgica repressão policial, demandando a execução de políticas
públicas”.

Não se fez de rogado em garantir que todas as ações serão realizadas com "estrito respeito
dos direitos e garantias fundamentais dos investigados e acusados, especialmente, no que
concerne o direito à ampla defesa, ao contraditório e ao devido [processo] legal".
Que assim seja daqui por diante, porque o país, desde o fatídico 1º de janeiro de 2023, tem
convivido com um calamitoso governo, que desrespeita à Constituição.
As mentiras se repetem para encobrir a verdade de passado tenebroso do Mandatário e as
perseguições levadas ao extremo contra o seu ex-adversário derrotado nas suspeitas urnas.
Seu filho e vários correligionários vem tendo o “direito de ampla defesa” aniquilado, seus
domicílios devassados pelo rolo compressor do vingativo autoritarismo do ódio de quem
não se conforma dos 580 dias preso, condenado por falcatruas, envolvendo o triplex de
Guarujá.

Como esquecer a morte de um mártir das prisões do 8 de janeiro de 2023, que lotaram a
Penitenciária da Papuda. Morreu por se recusarem a libertá-lo ou apressar o seu
julgamento, apesar de cientes da “gravidade o seu estado de saúde”, tudo por perversidade
do relator do processo, que o manteve preso, doente, para efetivar a “sua sentença de
morte”.

⁠A mentira é uma tenebrosa violência contra a verdade dos fatos.
Que Deus proteja os brasileiros contra as mentiras dos usurpadores do poder.

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