A Resistência Francesa simboliza vitoriosos movimentos e redes clandestinas que travaram uma luta contra a ocupação alemã na França durante a Segunda Guerra Mundial. Durou de 1940 até à “Libertação”, em 1944.
Começou em 18 de junho de 1940 com o apelo do General De Gaulle na rádio BBC de Londres aos franceses para que se unissem e defendessem “ a pátria que estava em perigo e era preciso salvá-la”.
A partir do patriótico apelo, membros da denominda «França livre” se organizaram para combater “governo de Vichy”, instituído na cidade do mesmo nome, para governar a França sob o jugo germânico.
Formadas as redes da Resitência, seus integrantes, batizados de “maquis”, lutaram contra a submissão da França ao poder nazista, tendo o permanente apoio das forças aliadas.
“La Resistence” usava ondas de assobios coletivos na transmissão dos cinejornais pró-alemães e se tornaram o símbolo do protesto da luta política e moral contra as inimigas forças de ocupação territorial.
Todas as faixas sociais, todas as tendências políticas, filosóficas e religiosas se uniram nas redes da Resistência contra os inimigos da “Liberdade, igualdade, fraternidade”, como prega a patriótica mensagem de defesa dos direitos fundamentais dos franceses.
As mulheres maquis participaram ativamente na transmissão das vitais informações da inteligência, como exímias agentes de ligação nas redes. Muitas resistentes se casavam e tinham filhos em plena clandestinidade, sem interromper a luta da “França Combatente”.
A Resistência Francesa é uma página da historia de bravura e liderança que merece ser sempre lembrada.
É uma expressão de um legítimo sentimento patriótico com esperançosas lições de vida, direcionadas para repudiar a memória de um passado, que pode se repetir, se não houver vigilância, e pode descontruir o futuro promissor de uma Nação.
Que Deus proteja o Brasil e dê esperança a todos os brasileiros.

Deixe uma resposta