A vitalidade da internet continua em alta, apesar dos sobressaltos que a pandemia ainda causa com a inflação, o desemprego e a crise energética.
Nada parece ter afetado o reinado comunicativo e interativo da escrita ágil de saudações, de sentimentos de afeto, de laços de saudades, abençoados por Deus.
Pelo contrário, dinamizaram-se os diálogos com os amigos, os remanescentes colegas dos bancos escolares e os fraternos conhecidos, sumidos da face da terra, e agora participativos.
Quem digita nas redes sociais parece estar de bem consigo mesmo e com a amizade.
Como serão os 4 próximos anos?
É que as redes sociais vêm sendo ameaçadas de censura, desde que passaram a defender a verdade dos fatos, ao contrário da mídia irresponsável, que usa a desinformação com fins políticos.
Talvez o avanço civilizatório na internet remonte a noticiada morte do Ministro Teori Zavascki do STF na misteriosa queda do avião, em Paraty, em 2017, no auge da homologação das delações de executivos da empreiteira Odebrecht.
O Ministro Teori era o saudoso Relator e fiador da Operação Lava Jato no Supremo.
Coube ao mais novo integrante da Corte, o Ministro Edson Fachin, a herança da maioria dos processos de Zavasck, inclusive a relatoria deles.
Indicado pela presidentA Dilma e aprovado pelo Congresso, ocupou a vaga de Joaquim Barbosa, em 2014.
Contra a sua indicação teve “buzinaço” e o líder do DEM, Senador Ronaldo Caiado, criticou a aprovação de Fachin para o STF pela sua identificação “política e ideológica com o PT e a presidente Dilma”.
O Ministro Teori Z. tinha remetido todos os processos contra políticos para o Supremo, inclusive as ações envolvendo Lula, durante a tramitação do impeachment da Dilma.
Causou a maior inquietação no mundo jurídico, quando o Togado Fachin, que votara a “favor da prisão em segunda instância” no STF, portanto contra a soltura da prisão de Lula, anulou em 8 de março de 2021 “todas as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela Justiça Federal no Paraná”, relativas às investigações da Operação Lava Jato.
Ao quitar a sua dívida de gratidão com o PT, fomentou a insegurança jurídica do país: julgou politicamente o pedido de habeas corpus da defesa de Lula, impetrado em novembro de 2020, decidindo, monocraticamente, ser a Justiça Federal do Paraná “incompetente” para julgar as ações do triplex do Guarujá, do sítio de Atibaia e das 2 ações relacionadas ao Instituto Lula.
A vergonhosa decisão permitiu o ex-presidiário, ex-presidente Lula recuperar os direitos políticos e se tornar candidato na disputa presidencial de 2022.
Nesta 3ª feira 16, Fachin entrega a Presidência do TFE ao Ministro Alexandre de Moraes, indicado ao Supremo pelo presidente Michel Temer, tendo sido o seu ministro da Justiça e o seu virulento ex-secretário de Justiça de São Paulo.
Alexandre herdará o vexaminoso processo eleitoral, polarizado por uma chapa presidencial Ficha Suja petista contra uma chapa Ficha Limpa, do digno candidato à reeleição.
O day after é preocupante: será que o novo Presidente do TSE respeitará a liberdade de comunicação e de expressão das redes sociais?
Pelo sim, pelo não, os defensores de um Brasil Melhor e mais Justo convocam os patriotas a voltarem às ruas embandeirados de verde amarelo para aclamar o glorioso 7 de Setembro.
Que Deus abençoe o Brasil e o reeleito Presidente Bolsonaro.

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