Os gigantescos protestos nas cidades europeias de apoio aos agricultores prejudicaram os serviços de coleta de lixo, aumentando a invasão de ratos nas ruas, no comércio e nos parques.
O conto “O Flautista de Hamelin” narra como um “caçador de ratos” contratado os expulsou da cidade alemã. A sua flauta mágica os enfeitiçou e os afogou no Rio Weser.
Surgiu um desentendimento com as autoridades locais, que se recusaram a pagar a conta.
O caçador tocou a flauta de novo e as ratazanas do poder sumiram…
A “Chefia Municipal de Paris” apoia um melhor controle urbano da invasão de ratos para o equilíbrio do ecossistema, mantendo a ajuda dos roedores na eliminação do lixo.
Defende a “coabitação” com os ratos e justifica sua posição conciliatória, em atendimento aos apelos dos protetores de animais, contrários a qualquer solução letal.
Sua proposta vem sendo duramente combatida, tendo a população de conviver com 6 milhões de ratos famintos com célere reprodução, espalhados na capital francesa.
No Brasil, estima-se haver, em média, 5 ratos por habitante, sendo 10 nas grandes capitais.

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