No atual cenário mundial, tensionado por conflitos bélicos, viajar para longe, só se for para saciar in loco uma antiga curiosidade ou para renovar a fonte de saber e de reflexão.
Visitar o Egito parece ser a escolha certa, simbolizado internacionalmente pelas 3 majestosas Pirâmides de Gizé. (Quéops, Quéfren e Miquerinos)
Desvendar os mistérios de uma das mais notáveis civilizações da Antiguidade, revivendo o passado dessas suntuosas estruturas faraônicas de poder e de fé, que abrigavam o pós vida e as riquezas intocadas dos Faraós.
Na Bíblia, no Velho Testamento, o livro do Êxodo narra as “dez pragas”, enviadas por Deus para punir os egípcios, que mantinham o povo hebreu escravo, a mando do farão Ramsés II, que se opunha à libertação.
Que “as dez pragas’” não assolem o Brasil
Desde que assumiu o poder, em 1 de janeiro de 2023, o ex-atrás-das-grades já usufruiu 26 viagens internacionais, sem trazer qualquer benefício para o futuro do Brasil.
Foram 75 dias ausentes do país, que deixou de governar, para se dedicar ao turismo…
Os exorbitantes gastos de R$ 2,23 bilhões nessas viagens oficiais, teriam sido melhor utilizados se tivessem sido somados aos recursos dos programas de auxílio a trabalhadores e famílias “que vivem em vulnerabilidade”.
A última viagem do mandatário itinerante foi visitar o Egito e as Pirâmides no Egito.
Após encarar a Esfinge de Gizé se convenceu de que com 13 meses de governo se tornara um popular Tutancâmon, sorridente e capaz de improvisar nos microfones os recados de sua cabeça de vitorioso metalúrgico com discursos recheados de mentiras, promessas e narrativas desconexas para tentar impressionar e conquistar plateias mundiais.
Na despedida do Cairo, diante das câmeras, ousou comparar Israel de hoje à Alemanha de 1938.
Sua declaração oficial causou um repúdio internacional e o começo da derrocada do Tutancachaça III.
Que Deus proteja o Brasil dos escândalos dos Falsos Salvadores da Pátria…

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